Marketing jurídico, cultura e comunicação interna com Bruno Cruz
No HyTalks, marketing jurídico, cultura e reputação se conectam à comunicação interna, com IA como apoio à estratégia e à personalização.

Resposta rápida
O episódio aborda como marketing jurídico, comunicação interna e cultura se conectam à reputação e ao crescimento dos escritórios de advocacia. A conversa também discute como conquistar o apoio dos sócios à inovação e usar IA preservando estratégia, personalização e revisão humana.
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Uma reputação consistente depende da relação entre o que o escritório comunica ao mercado e o que as pessoas vivem no trabalho. No HyTalks com Bruno Cruz, sócio-fundador da Cross Legal Marketing, essa conexão aproxima marketing jurídico, comunicação interna e cultura: políticas claras, transparência sobre carreira e participação dos colaboradores entram na discussão sobre posicionamento externo.
Para quem cuida de comunicação e pessoas, a conversa traz uma questão prática: como transformar intenção em participação? O episódio relaciona o apoio dos sócios, a organização das mensagens e o acesso às informações por canais como a intranet. Também mostra como resultados concretos do marketing de conteúdo podem ajudar a conquistar adesão à inovação.
A inteligência artificial atravessa esse debate como apoio à pesquisa, à organização de informações e à redução do trabalho operacional. Na discussão, o conhecimento sobre cada escritório, seus públicos e seus objetivos continua orientando a estratégia, enquanto a personalização e a revisão humana ganham espaço diante da expansão de conteúdos automatizados.
Capítulos do episódio
0:00 Abertura: os destaques da conversa
0:39 Início do episódio e apresentação de Bruno Cruz: A abertura apresenta Bruno Cruz, sócio-fundador da Cross Legal Marketing, e situa a conversa na passagem da atuação em escritórios e agências para o empreendedorismo.
1:47 Trajetória e entrada no mercado jurídico: A conversa recupera uma trajetória por diferentes setores e a entrada no mercado jurídico a partir de uma oportunidade ligada à tecnologia. A experiência inclui a criação de uma área interna de marketing e a passagem de um escritório especializado para outro com atuação mais ampla.
5:04 Inovação nos escritórios de advocacia: A discussão questiona a imagem de pouca inovação dos escritórios e aproxima parte do mercado jurídico das operações do mercado financeiro. Marketing e desenvolvimento de negócios aparecem como componentes da estratégia dos escritórios, com atuação que vai além da produção de comunicação. Leia o artigo sobre este trecho.
8:50 Marketing jurídico, criatividade e regras da OAB: As regras da OAB são discutidas como um estímulo à criatividade em conteúdo, posicionamento, reputação e relacionamentos. A conversa também aborda o apoio necessário para que sócios com formação jurídica desenvolvam sua atuação na geração de negócios. Leia o artigo sobre este trecho.
12:21 Reputação e comunicação interna: O episódio relaciona reputação externa à coerência com o cotidiano do escritório, incluindo clareza de políticas, transparência sobre carreira e engajamento interno. A participação dos colaboradores na comunicação externa amplia a circulação das mensagens e aproxima o dia a dia da imagem externa.
14:43 Cultura, engajamento e ferramentas: O fortalecimento da cultura é apresentado como uma combinação de apoio dos sócios, trabalho de comunicação e ferramentas que facilitem o acesso às informações. A intranet e os comunicados internos aparecem como meios de dar visibilidade a eventos, iniciativas e informações úteis aos colaboradores. Leia o artigo sobre este trecho.
18:15 Como convencer sócios a inovar: A conversa propõe conquistar adesão à inovação reduzindo o esforço operacional dos sócios e mostrando resultados concretos do marketing de conteúdo. Também destaca a importância de ferramentas que encaminhem as respostas de potenciais clientes à área responsável. Leia o artigo sobre este trecho.
21:41 IA como apoio à estratégia e ao conteúdo: A IA aparece como apoio à pesquisa, à sugestão de pautas e à organização de informações. A discussão preserva a criação final com profissionais que conheçam as particularidades do escritório, seus clientes e seus potenciais clientes.
23:44 Branding além da identidade visual: Branding é tratado como um processo que começa pelo diagnóstico e pela comparação entre a percepção interna e a visão de clientes e parceiros. O posicionamento e as ferramentas de marca antecedem a identidade visual, que aparece como a última etapa.
24:59 Os serviços da Cross Legal Marketing: O capítulo apresenta os serviços da Cross Legal Marketing: conteúdo para redes sociais, branding, sites, submissões a rankings e acompanhamento estratégico. A conversa descreve o fluxo de planejamento, aprovação, publicação e análise de resultados, além do atendimento por demanda nas submissões.
28:19 Marketing como estratégia de crescimento: A discussão defende integrar marketing, comunicação interna, desenvolvimento de negócios e planejamento estratégico para apoiar o crescimento dos escritórios. A abertura de novos negócios por sócios e profissionais seniores aparece como parte desse movimento.
30:04 O futuro do marketing na era da IA: A automação é discutida como uma oportunidade de liberar tempo para o pensamento estratégico e ampliar a diferenciação por meio de comunicação personalizada. A conversa também ressalta a revisão humana diante de falhas em documentos e processos. Leia o artigo sobre este trecho.
34:34 Encerramento: O encerramento retoma a ideia de que ferramentas de produtividade podem ampliar tanto a qualidade quanto os problemas das entregas. A conversa termina com agradecimentos e uma perspectiva de continuidade da parceria.
Onde encontrar Bruno Cruz
Bruno Cruz, Sócio-fundador na Cross Legal Marketing.
Transcrição
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Início do episódio e apresentação de Bruno Cruz
0:40 Fala pessoal, estamos aqui mais um dia no nosso HyTalks, o nosso hub de conversas sobre comunicação, RH e tecnologia. E hoje nós temos aqui um papo com o Bruno Cruz.
0:54 Bruno, sócio fundador da Cross Legal Marketing. Conheço o Bruno aí já tem quase 10 anos, amigo, cliente, parceiro agora, né Bruno? É, isso mesmo. Fala um pouquinho de você, Bruno, um pouquinho da sua história, do seu profissional.
1:09 Vamos lá. Bom, Luiz, obrigado aí pelo convite, Thiago. É um prazer estar aqui com vocês. Prazer é nosso. Bom, estou aí nessa nova empreitada aí, depois de trabalhar com vocês como cliente por muitos anos, né, em alguns escritórios diferentes, e agora eu estou do outro lado da mesa aqui, vim de agência, né, então já estava um pouco do outro lado da mesa, mas agora numa circunstância diferente.
1:32 Então, agora empreendendo também, além de trabalhar como agência, também empreendedor. Então, acho que tem um papo legal para a gente bater aqui. Com certeza, cara. Papo de empreendimento, empreendedorismo, é um papo que a gente gosta bastante, né, Pavani?
1:46 Exatamente.
Trajetória e entrada no mercado jurídico
1:47 E aí, vendo aqui um pouquinho do teu histórico, né? Eu vi que você trabalhou aqui, cara, em vários segmentos, vários setores do mercado, né? A gente se cruzou mais em escritório jurídico, né?
1:57 Porém, eu vi aqui que você já trabalhou em hospital, já trabalhou aqui numa rede de turismo, você trabalhou aqui em uma série de companhias diferentes de sabores e segmentos.
2:09 E me fala um pouquinho aqui o que te dá essa experiência, esse diferencial de ter trabalhado tantos segmentos. Cara, eu acho que assim, você acaba tendo uma visão holística e de oportunidade, sobre você consegue ter uma visão um pouquinho diferente do mercado jurídico, porque você não nasceu naquela bolha.
2:28 Então, eu trabalhei, por exemplo, na SPM, que é uma faculdade focada em comunicação e publicidade. Passei, encontrei com algumas pessoas que hoje em dia eu encontro no mercado jurídico, que é muito engraçado.
2:41 Eu trabalhei em uma indústria de implantes antes de entrar no mercado jurídico. Hoje em dia, essa pessoa trabalha também no mercado jurídico. Encontrei com ela. Então, assim, como dizem, depois que você entra no mercado jurídico, você não sai mais.
2:54 então eu já estou no mercado jurídico há 10 anos
2:59 eu trabalhei em várias indústrias, depois eu me inscrevi para uma vaga na área de Legal Tech lá do Ops e Brum e lá
3:10 era um escritório assim, eu nunca tinha trabalhado no mercado jurídico, mas eu namorava com uma advogada então tinha alguma familiaridade ela estava na época, tinha passado no OAB, estava terminando a faculdade e aí pintou uma vaga lá no Opse Bloom e eu achei interessante porque era direito digital.
3:26 Exatamente. E aí eu falei, pô, ainda não estou inserido nesse mercado, mas como é digital, acho que é uma água que eu consigo navegar aqui. Eu sempre fui muito de internet, tecnologia e tudo mais e era para trabalhar na área de Legal Tech.
3:43 Então, fazendo algumas coisas com background checking, etc., algumas pesquisas e tudo mais. Só que quando eu fui conversar com os sócios, eles falaram, cara, a gente gostou muito do seu currículo, a gente quer te fazer uma proposta diferente.
3:55 A gente sempre terceirizou tudo que é comunicação e marketing aqui do escritório. Vamos começar uma área de marketing dentro do escritório? E como eles eram assim, já é um segmento inovador dentro do direito.
4:08 Eles ajudaram, os sócios da época ali tinham ajudado a escrever o marco civil da internet. Então, um escritório super proeminente. O Renato cunhou o termo aí direito digital. Então, falei, pô, começar um trabalho numa casa com o pessoal que gostou bastante da minha experiência, do meu currículo, acho que vai ser legal.
4:24 Vamos, vamos nessa. E aí a gente iniciou ali uma área de marketing que depois foi expandindo. Começou ali os primeiros infográficos na época sobre a LGPD, antes de sair e tudo mais.
4:35 A gente construiu o portal da privacidade, foi uma experiência super legal. E depois surgiu o convite do Machado Meyer. e aí eu fui conhecer mais a fundo o mundo mais geral do direito.
4:46 Porque é uma coisa engraçada. Quando você está numa boutique especializada, você está num mundo paralelo ali, cara. É muito em torno daquele tema, daquele assunto. Machado Mera é um gigante full service e já entrei de cabeça no restante do mundo jurídico.
5:00 Cara, legal. Quer comentar alguma coisa?
Inovação nos escritórios de advocacia
5:04 Ô Bruno, o mercado jurídico, você falou muito de algumas ações ali que são disruptivas, inovadoras, mas para quem olha de fora, muitas vezes não transparece essa impressão de inovação.
5:21 Então, eu queria a sua percepção sobre isso. O mercado jurídico não é tão inovador quanto aparenta ser ou é? Eu acho que as pessoas que não conhecem bem o mercado jurídico ainda tem uma visão muito antiga da profissão advogado e dos escritórios de advocacia, né?
5:40 E aí, geralmente, quando eu vou contar sobre o que eu faço, sobre a minha experiência e sobre o mercado jurídico, eu falo assim, pensa nesses escritórios grandes, full services ou transacionais, uma coisa mais parecida com um banco, uma empresa de investimento.
5:53 Então, tem áreas de prática que são muito transacionais, né? como M &A, mercado de capitais, os próprios fundos de investimento, venture capital, etc. Então, eu trabalhei também em uma empresa de investimento que fazia assessoria em M &A, trabalhei no Ártica.
6:08 Então, são os dois lados de uma transação. Você vai ter uma grande transação de fusões e aquisições, tem assessoria financeira e assessoria jurídica. Então, pensa como algo muito próximo do mercado financeiro.
6:22 Esse é o mundo que a gente está mais inserido. Claro que o Brasil é o país que mais forma advogados e que mais abre escritórios de advocacia todo ano no mundo.
6:31 Então, assim, é um mercado em constante expansão. Nunca vai faltar mercado para a gente, nunca vai faltar cliente para a gente. É um mercado cheio de oportunidades e que começou a olhar para a comunicação e para o marketing um pouco mais recentemente.
6:46 Então, mas assim, se eu já estou no mercado jurídico há 10 anos, eles começaram a olhar um pouco antes disso. O próprio departamento de marketing do Machado Meier já existia há pelo menos uns 5, 6 anos antes de eu começar a trabalhar lá em 2018.
7:01 Então, é recente, mas já está muito bem implementado e tem escritórios que já estão indo super além em ações de business development. nessa visão do marketing como não só comunicação e não como um gasto, como um investimento que faz parte da estratégia do negócio.
7:22 Hoje em dia, os escritórios que estão mais à frente, nesse sentido de investimento em marketing, comunicação, eles têm essa visão mais omnichannel, que o marketing não é uma área de apoio, o marketing não é um gasto, ele ajuda a nortear o escritório, para onde o escritório vai, ele é a estratégia do negócio.
7:42 Eu acredito que... Eu acompanho o mercado jurídico. A gente atende dezenas de escritórios. É uma área também apaixonante. A minha esposa é formada em Direito também. Então, eu acompanho tem mais ou menos uns 20 anos esse segmento.
7:58 E eu vi uma grande evolução. Eu vejo que, primeiro, o marketing era mais travadinho, até por uma questão da OAB, limitar muito o escopo de atuação, criatividade. Não dá para fazer propaganda.
8:09 Não dá para usar um ads. é tudo muito no conteúdo, né? E aí eu vi que uma forma dos advogados ali tentar gerar um CEO, né? Tentar trazer ali a parte de clientes é através de artigos, conteúdos, a formação acadêmica, porque a gente entende que o produto do escritório é o advogado, né?
8:28 Que ele ali carrega, né? Só que eu sempre percebi que o marketing tinha as suas limitações ali. Tem uma estrada muito estreita, onde a OAB ali, ela acaba restringindo esse acesso.
8:39 E aí você falou uma coisa que é interessante, eu estou vendo esse movimento forte, que é a parte do BD, do Business Develop, de desenvolver os clientes ali, de certa forma, fidelizar os
Marketing jurídico, criatividade e regras da OAB
8:50 clientes. Então, no teu ponto de vista, até com essa questão de IA, que a gente está vivendo nesses últimos dois anos, é uma grande ruptura aí. Você acha que misturar IA, misturar marketing e ainda OAB, dentro de uma visão assim, que no certo ponto, para mim, não faz mais sentido.
9:08 entre parênteses, no ano passado eu estive nos Estados Unidos você vai no banheiro, você vê propaganda de advogados ali, propaganda na parede dentro do banheiro você vai no estádio de futebol, tem propaganda então assim, coisas que no Brasil isso tem suas limitações e eu não quero nem entrar nesse discurso se está certo ou errado, mas o que eu quero trazer aqui é, cara, você tem IA, você tem o marketing, você tem a criatividade, mas você tem um órgão acima disso tudo que restringe o que vocês
9:34 podem fazer, como vocês conseguem dentro de uma estrada muito estreitinha fazer tantas coisas. Ainda mais você agora que a sua agência, né? Pois é, eu acho que assim, pode ser visto como uma limitação, mas pode ser visto como uma oportunidade de fazer diferente.
9:50 Então,
9:52 a gente tem que ser mais criativo, a gente tem que trabalhar mais conteúdo, a gente não pode fazer uma propaganda de varejo que você joga o preço lá embaixo e vira, compre já e o preço e acabou.
10:03 A gente tem que ser mais criativo. Então, graças às limitações da OAB, e como todos têm essas limitações, se fosse só para alguns escritórios seria um problema, né? Mas como está todo mundo brigando ali pelas mesmas regras, a gente tem que trabalhar posicionamento, a gente tem que trabalhar reputação, a gente tem que trabalhar estratégia de conteúdo.
10:22 Então, acaba sendo uma comunicação bem diversa e bem estratégica, né? Então, assim, como que a gente posiciona um escritório como autoridade, ou no nicho dele, ou em várias áreas, ou como a gente trabalha uma rede de relacionamentos?
10:38 Porque, como você falou, quem assistiu o Better Call Saul sabe que nos Estados Unidos tem propaganda de advogado, ator ter direito, não há nenhum tipo de limitação. Aqui no Brasil, por conta dessas limitações, ou dessas regras, que a gente está tentando ver não como uma limitação, criou-se uma cultura de que o sócio é o comercial do escritório porque ele até então estava muito baseado na rede de contato deles e só isso.
11:03 Então, assim, o sócio, além de ser advogado, como que é a trajetória dele? O cara tem que se formar em direito, aí ele tem que passar no OAB, ele tem que aprender a advogar, ele tem que crescer dentro do escritório, ele tem que ser um ótimo advogado, ele tem que escrever ótimas peças, enfim, trabalhar muito bem tecnicamente.
11:21 Só que quando ele virar sócio, você chega para ele e fala, agora você vai esquecer tudo e você vai trazer cliente para o escritório. E hoje em dia a gente tem, então, tecnologia, apoio de agências como as minhas, que ajudam um profissional que não foi preparado para ser um gerador de negócios, a ser um gerador de negócios, a trabalhar o posicionamento do escritório dele e dele, a ser visto como referência, a ser visto como uma autoridade, e tudo isso vai ajudar a gerar negócio dentro da
11:48 regra do OAB. Você não está fazendo uma propaganda de venha trabalhar conosco, de seja nosso cliente, você não está fazendo um ads fora da regra, você não está fazendo nada fora da regra, mas você está trabalhando estrategicamente e ajudando um conjunto de profissionais que não fizeram faculdade de economia, que não foram preparados comercialmente a vender.
12:12 Então você vai vender de forma indireta, de forma estratégica, mas no fim você vai gerar clientes, vai gerar negócios para o escritório. Legal.
Reputação e comunicação interna
12:21 Você disse que, dentre as áreas ali, tem uma preocupação de gerar uma reputação do escritório, ou zelar por ela, etc.
12:31 Até que ponto você acredita que a cultura e a comunicação interna, ela auxilia nesse processo? Eu acho que, assim,
12:41 hoje em dia, por questões de ISD e por questões de posicionamento mesmo, você acaba dividindo muito mais o que acontece no dia a dia do seu escritório, principalmente os grandes.
12:53 Então, tivemos aqui uma palestra interna, tivemos aqui uma campanha de conscientização, estamos fazendo uma campanha para que os nossos colaboradores engajem mais com as nossas redes sociais, para o crescimento delas, etc.
13:05 E o que acontece de fato no dia a dia do escritório tem que ser minimamente compatível com a imagem que a gente transmite externamente. Então, assim, eu acho que a comunicação interna é super ou mais importante do que a comunicação externa, porque se você não tem engajamento do seu público no dia a dia, se você não tem clareza e transparência nas políticas do escritório, nos planos de carreira e se você não consegue engajar o seu público com a comunicação externa do seu escritório, ela não funciona.
13:35 A gente sabe que, por exemplo, não se limita a isso, mas um dos canais principais que os escritórios trabalham hoje é o LinkedIn. O LinkedIn é uma progressão geométrica.
13:45 Se você publica alguma coisa, um post super interessante e primeiro o seu público interno não engajar, dificilmente vai chegar até o público externo de forma orgânica aquilo. Então, assim, é um círculo virtuoso.
13:59 Você publica, o seu público engaja, o seu público curte, o seu público compartilha. Através da comunicação interna, você cria campanhas para que isso aconteça. Você permanece o seu público perto, interno, perto da estratégia do escritório, para onde o escritório quer ir, o que ele quer comunicar, quais expertise a gente vai trabalhar de forma externa.
14:20 e ele vai ser um grande canal, um grande vetor para que isso cresça, para que isso cresça exponencialmente. Então, assim, a comunicação externa funciona, em grande parte, com a ajuda da comunicação interna.
14:34 E o trabalho das pessoas, o engajamento delas no trabalho do dia a dia pode ser potencializado também através da comunicação interna.
Cultura, engajamento e ferramentas
14:43 Legal. Quando você fala de comunicação interna, e aí a gente conhece pouco, né, Pavani? A gente vive disso, a gente respira disso, né? E a gente entende que a mudança, como você bem falou agora, não adianta só fazer do lado de fora, né?
14:56 Não adianta só mostrar um LinkedIn lindo, maravilhoso ali. Realmente eu enxergo que aí tem uma questão de cultura interna da empresa, né? E a gente, nós somos os facilitadores disso também.
15:06 Mas a gente sabe muito bem, até porque você esteve desse lado da mesa com a gente, né? De que precisa ter um esforço ali, do endomarketing, né? De fortalecer os valores da empresa.
15:16 Me fala um pouquinho como que você atuou em vários escritórios aqui que você trabalhou, como que você fortalecia essa cultura dentro da empresa, seja com ferramental ou sem ferramental de trabalho.
15:29 Mas eu entendo que isso é um princípio que tem que partir da empresa, né? E não tem que partir de uma empresa de fora, de tecnologia. Qual que eram os desafios e como você emplacou a cultura nos escritórios que você trabalhou?
15:41 Bom, aqui voltando então para o meu chapéu de dentro do escritório e não aqui na agência, mas tem muitos escritórios que utilizam agências para criar também esse engajamento interno mas voltando aqui um pouquinho para o escritório é cara, é uma junção de fatores e acho que as ferramentas que a Hywork proporciona ajudam bastante você a difundir a mensagem que você precisa, então por exemplo, se você tem uma intranet bem feita bem estruturada, que o público vai, o seu público interno o seu colaborador vai chegar no
16:14 escritório vai ligar o computador, vai ter uma intranet lá como página inicial no banner de destaque, vai falar de um evento que vocês vão ter de confraternização interna ou um happy hour, ou algum bootcamp, alguma palestra externa de um palestrante externo que vem pro escritório pra trazer um pouco de conhecimento se você tem isso de forma clara, se a mensagem chega até o seu colaborador, você vai conseguir engajar muito mais fácil então assim, eu acho que tem que existir a vontade dos sócios em primeiro lugar,
16:48 né? Sem isso nada funciona. Você precisa ter os meios pra que isso chegue ao seu público interno, né? Você precisa ter a pessoa do marketing ou a agência que vai trazer isso, essa cultura, como ela vai ser trabalhada dentro do escritório e sem as ferramentas você não tem como atingir.
17:08 Então é, são os comunicados internos, é a intranet que o cara vai conseguir olhar ali diariamente e vai ter de forma muito fácil, muito intuitiva muito amigável, todas as informações cara, seja sobre
17:25 o pagamento dele, seja perfil de colaboradores, seja aniversariantes da semana, do mês seja datas estratégicas para o escritório ou de aniversário do escritório, enfim toda essa cultura interna ela é um mix de vários elementos que para você comunicar com clareza, você precisa ter tudo isso.
17:44 O ferramental, o marketing ou a agência que vai ajudar a propagar essa mensagem lá dentro dos anos, esse ferramental, os sócios, a vontade dos sócios em primeiro lugar, e você vai ter, consequentemente, um público que vai trabalhar, um público interno que vai trabalhar mais feliz, mais engajado, mais consciente de todas as ações do escritório, e você vai conseguir ter ali um público mais consciente de tudo que o escritório quer dizer para eles.
18:14 Legal.
Como convencer sócios a inovar
18:15 Você disse em um momento aí algo bem interessante sobre a boa vontade dos sócios ali, e eu acredito muito que inovação, não só no segmento jurídico, mas a gente vai focar aqui no segmento jurídico, que inovação está muito ligada também com a percepção dos sócios quanto a isso.
18:39 Na sua visão, inovação é mais algo inevitável ou ela acontece por convencimento? E até que ponto você acredita que as ferramentas como inteligência artificial podem ajudar nesse processo? Eu acho que é um pouco dos dois.
18:57 Eu acho que dentro de escritório de advocacia, por aquela questão, os sócios foram formados em direito e acabaram chegando a cargos de gestão, você consegue convencer melhor mostrando resultados.
19:12 Então, assim, vamos começar a trabalhar, por exemplo, o marketing de conteúdo. E aí a gente já chega no uso da IA. Pô, mas a gente vai ter que parar para provar conteúdo e tal, não sei o quê.
19:25 primeiro que assim, na minha agência, por exemplo, a gente faz a comunicação do escritório de ponta a ponta então a gente vai sugerir as pautas, a gente vai criar o calendário de conteúdo aprovadas as pautas, a gente vai redigir todo o conteúdo, aprovado o conteúdo a gente vai criar o layout, a gente vai publicar a gente vai mostrar o resultado, tudo isso de ponta a ponta, o Cleiton vai falar, ok ok, ok, esse não esse tá ok, pode publicar legal o resultado e a gente vai
19:51 mostrar os planos de ação pra ir melhorando isso cada vez mais. Então, assim, primeiro que a gente já tirou aqui 95 % do tempo que as áreas vão precisar parar para pesquisar um conteúdo, redigir um conteúdo, criar um conteúdo.
20:03 Isso não acontece. A gente cria todo o processo de cabo a rabo, eles só aprovam, né? Então, assim, aí você já tira a questão de convencer a parar para fazer, porque eles não vão parar para fazer, eles só vão dar ok, né?
20:18 Mostrando os resultados, pô, fizemos aqui um carrossel falando de um tema super relevante que está à tona agora, que os clientes vão precisar se adequar, tudo mais. Pô, o cara da multinacional X que eu estava prospectando viu meu post, me mandou mensagem no LinkedIn, ou me mandou um e-mail, eu estava tentando falar com esse cara há um mês, ele não me respondia, não respondia no WhatsApp.
20:40 Um sócio fala isso para o outro, cara, é engraçado você ver acontecendo porque é sempre igual, assim. Uma área que é mais resistente a publicar conteúdo... É, não, é, tem um tema aqui que eu acho que...
20:52 acho que minha área vai querer publicar também agora então assim, você primeiro você tem que convencer a dar o primeiro passo esse é o mais difícil convenceu a dar o primeiro passo, você começou a trabalhar você vai mostrando o resultado, vai chegando o lead vai chegando o cliente eles falam, opa, tem um negócio aqui tem uma oportunidade de exposição aqui o meu colega aqui, o sócio da outra área fechou um cliente novo porque o cara viu o conteúdo dele, ouviu o e-mail marketing dele, recebeu, respondeu
21:19 o e-mail, e aí vem a questão do ferramental de novo. Se o cara não tiver uma boa ferramenta de e-mail marketing que a resposta do cara chegue pra área certa, isso vai se perder numa caixa de contato, vai se perder num spam, vai se perder, então assim, primeiro você faz a convenção da primeiro passo, deu o primeiro passo, vem o resultado, mostrou o resultado, o cara vai se convencer e aí tudo começa a girar.
IA como apoio à estratégia e ao conteúdo
21:41 E cara, a IA, na minha visão, ela ajuda, ela nunca vai pensar por você, ela ajuda você a fazer pesquisa, ela ajuda você a organizar informações que você vai inserir ali dentro, ela ajuda você a chegar
21:56 num ecossistema ou de informações ou de textos que você organizou através de lá mas ela não sabe que é aquele sócio que precisa aparecer, quais são as particularidades daquela área ela não sabe que tem um conteúdo que vai ser interessante pra um prospect específico de um sócio que vai publicar e depois vai mandar aquele link pro cara no inbox do LinkedIn e isso vai converter então assim a IA, ela é um facilitador ela é um meio pra você chegar num fim ela nunca vai ser o
22:26 fim, você nunca vai escrever um conteúdo pela IA, lá na agência a gente usa a IA pra ajudar a pesquisar pra ajudar a pensar em pautas, pra ajudar a organizar informações, pra ajudar a organizar algum documento, alguma planilha, enfim esse tipo de coisa, mas ela nunca a gente não usa, por exemplo, pra layout de nada layouts nossos são feitos no Photoshop, no Illustrator no InDesign, os vídeos são editados no Premiere.
22:49 Então, assim, a gente não usa IA para chegar no conteúdo final jamais. A gente não vai escrever o texto pela IA. Ela vai ajudar a gente a lembrar de uma informação, a pesquisar, a trazer mais riqueza para aquele conteúdo.
23:03 Mas a gente tem uma copywriter que vai parar, vai olhar para o cliente, vai saber as particularidades dele, dos clientes dele, dos prospects dele, vai transformar aquilo no conteúdo relevante.
23:13 Isso a IA não vai conseguir fazer. E, cara, a agência que usa IA para criar um layout por exemplo, isso é extremamente perceptível você bate o olho em um segundo e você fala cara, isso aqui foi feito no cloud, esse carro é o céu então assim, a gente faz ainda bem tailor made, cada escritório tem a sua identidade visual cada escritório tem o seu brand book cada escritório tem uma marca que foi pensada e se foi feita da forma correta o escritório não é azul, porque
23:39 o sócio gosta de azul e azul é bonito e azul combina com dourado
Branding além da identidade visual
23:44 não, a gente vai criar, vai fazer um projeto de brand de ir para um escritório.
23:50 Como aquele escritório quer ser visto pelo mercado? Como ele quer se posicionar? Como a gente vai conversar com todos os sócios? Depois a gente vai conversar quando permitido com clientes.
24:03 A gente vai conversar com parceiros para validar se a percepção que ele tem sobre o escritório dele é a mesma que o mercado tem. Opa, eu achei que o meu escritório era isso.
24:12 Os clientes veem o meu escritório como aquilo. Tem uma oportunidade aqui que eu nem sabia. Então, assim, a gente vai trabalhar uma nova marca é muito além da identidade visual.
24:21 A gente tem uma etapa ali no projeto de marca que a identidade visual é a última etapa. Você primeiro vai fazer o diagnóstico, você vai fazer todas as entrevistas, você vai chegar ali, depois num posicionamento para o escritório, depois você vai trabalhar as ferramentas de marca, depois você vai chegar na identidade visual.
24:39 Então, assim, tudo tem um porquê, tudo tem um propósito, nada é à toa. então você não pode chegar, jogar na IA que a cor é o hexadecimal XYZ e faz um carrossel aí e vai sair, nunca, tudo tem que ser pensado tudo se conecta, tudo se conversa perfeito, legal
Os serviços da Cross Legal Marketing
24:59 fala um pouquinho da Cross Legal a tua agência e me fala um pouquinho dos serviços que você oferece lá eu entendi que a parte de branding que você acabou de citar é um dos serviços mas até onde eu conheço tem a questão de rankers também, né?
25:12 Tem as ranqueadoras, tem uma série de outros serviços também. Fala um pouquinho do que você oferece para o mercado. Legal. Cara, a gente está atualmente com alguns produtos aí, a gente dividiu em caixinhas, né?
25:24 Os nossos serviços principais. Então, assim, o principal que a gente tem é o que acaba mais chamando a atenção do mercado, são as redes sociais, né? Até porque a gente está na era das redes sociais, então, criação de conteúdo pra LinkedIn, pra Instagram, com base nisso que eu te falei, a gente faz de ponta a ponta, então a assessoria completa, a gente vai pensar a pauta, vai mandar a pauta, vai conversar com o cliente, vai aprovar essa pauta, depois a gente vai escrever o conteúdo inteiro,
25:55 vai aprovar com ele, estando tudo aqui, a gente vai criar o layout, vai publicar, depois vai medir resultado, vai traçar plano de ação em cima desse resultado, então, redes sociais, pra LinkedIn, pra Instagram, enfim, de cabo a rabo, né, Branding, como eu te falei, são projetos estratégicos, então não é para chegar lá e criar uma identidade visual.
26:15 Em caso de escritórios que querem fazer isso, escritórios muito pequenos, escritórios que começaram ontem, a gente recomenda que depois a gente olhe para a marca, mas se ele quer fazer um projeto mais com foco no visual e algumas diretrizes mais leves, a gente também faz.
26:28 Mas, idealmente, projeto completo. Cara, e aí a gente cria sites, a gente tem a questão dos rankings que você falou, então, rankings jurídicos, a gente tem um grande diferencial em relação a várias agências, que é um trabalho on demand.
26:43 Então, você não paga uma mensalidade todo mês para, por exemplo, quero submeter para a área de prática M &A, fusões e aquisições. Algumas agências você tem que pagar todo mês para, em maio, em dezembro, enfim, em meses específicos, você fazer a submissão.
27:02 Então, lá na Cross a gente faz diferente. Chegou o ciclo da área de prática que você quer submeter, você vai pagar um valor pra gente, a gente vai criar a submissão de forma muito estratégica a referee list vai enviar e vai cuidar do processo todo, né?
27:15 com base nas informações que a gente recebe, então acaba sendo, cara vale muito mais a pena pro escritório e faz parte do que eu pensei pra Cross desde o início, que é estratégia com um ótimo custo com um investimento mais eficiente então a gente tem uma estrutura mais enxuta que permite com que eu esteja diretamente em contato com os clientes então ao contrário em alguns lugares você vai ter muitas camadas entre o sócio com quem você conversou na reunião de prospecção e a pessoa que vai
27:52 falar com você no dia a dia aqui eu faço questão de falar com todos os clientes de puxar muita coisa pra mim então acaba sendo uma coisa mais boutique mais sênior e mais personalizada cliente a cliente e a gente tem algumas outras produtos de gestão estratégica, de acompanhamento estratégico, de comunicação, muitas vezes tem uma pessoa interna no escritório, mas precisa de alguém gerenciando ali, então a gente também faz esse trabalho.
28:17 Legal. Legal.
Marketing como estratégia de crescimento
28:19 Bruno, quando você olhar a Cross daqui a uns anos, e para o segmento que vocês são especialistas,
28:28 qual a mudança que você gostaria de olhar e falar assim, eu ajudei a provocar essa mudança aqui? Eu acho que é olhar o marketing cada vez mais como o que vai nortear a estratégia do negócio.
28:43 E não como uma forma de fazer comunicação externa apenas. Então, juntando a comunicação interna que vocês apoiam, juntando business development, juntando os objetivos macro os objetivos estratégicos o planejamento estratégico do escritório então assim, os grandes escritórios já enxergam dessa forma mas como eu falei, o Brasil tem inúmeros novos escritórios surgindo todos os anos a gente vê muitos spin-offs sócios ou advogados sêniores de escritório que saem e montam o seu próprio escritório então acho que a gente está na era da autonomia e a própria IA ajuda
29:20 isso a você conseguir montar o seu próprio negócio e muitos sócios têm feito isso. Então, assim, eu vejo menos aquele anseio de ser sócio de um grande escritório por parte dos advogados, mais a vontade de empreender e a minha agência vai ajudar esses caras que estão montando os seus próprios escritórios a alavancarem o negócio deles.
29:43 Então é isso. O marketing como ferramenta de crescimento, como ferramenta de desenvolvimento estratégico e não só como uma área de apoio de comunicação que vai fazer post no LinkedIn.
29:55 Então, é assim que eu vejo cada vez mais e com esses escritórios derivados, isso vai crescendo em progressão geométrica. Legal.
O futuro do marketing na era da IA
30:04 Entrando aqui na nossa reta final, eu tenho aqui uma cápsula do tempo, né? Imagina você daqui cinco anos, com todas essas mudanças recentes dos últimos dois anos aí, né?
30:14 Do que a IA vem promovendo. Como você enxerga o marketing onde você tem uma IA que cada vez mais nas novas versões vem fazendo mais por nós? tendo uma autonomia até de mexer o teu mouse, o teu ponteiro do mouse e trabalhar por você ali.
30:28 Isso é apenas o começo que eu estou enxergando. Mas como você enxerga toda essa estratégia, toda essa autonomia, toda essa automação que a IA vem fazendo para os escritórios de advocacia?
30:41 Eu até falo isso porque eu fui recentemente em um grande escritório e eles estão usando uma IA que já analisa petições, já formata documento, já envia processos. E os caras fizeram um grande down-size, da parte de advogados em si.
30:55 Mas você falou bem, ela vai fazer tudo isso e vai ficar uma coisa meio sem sabor, uma coisa meio automatizada, nada humana. E pelo que você falou, você faz algo personalizado, TaylorMandy.
31:08 Então, onde você se encaixa, que você enxerga na sua agência daqui a cinco anos, com toda essa velocidade e autonomia que a IA vem trazendo, automação, desculpa, mas você ao mesmo tempo oferecendo um serviço personalizado.
31:22 como você se enxerga daqui a 5 anos nesse pacote todo de mudança que a gente está fazendo eu acho que a IA vai dar mais tempo para as pessoas pensarem de forma estratégica, aí seja o advogado pensando em estratégias jurídicas mais competentes que talvez ele não conseguiria pensar porque ele está travado lá numa petição gigantesca e agora ele tem a IA para ajudar ele nisso então pô, a parte operacional eu automatizei deixa eu ler de novo esse caso, o que eu vou fazer de diferente aqui
31:53 cara, tem uma oportunidade aqui que tinha passado batido por mim na primeira vez que eu li. Deixa eu pedir para a IA me ajudar a operacionalizar isso. Então, eu vejo do lado do advogado como uma oportunidade de se diferenciar e ser mais estratégico na parte jurídica mesmo.
32:11 E do nosso lado, cara, assim, me fala se você nunca passou na frente de um restaurante e viu aquela arte clássica de chat GPT com o fundo preto, aquela letra bem característica e aí eu acho que assim quando todo mundo está igual não existe uma oportunidade maior do que essa de ser diferente então se todos os escritórios vão começar a automatizar muita coisa com IA na comunicação ou algumas coisas cara, vamos ser cada vez mais tailor made vamos fazer exatamente algo que tem todas as características
32:44 do escritório, o tom de voz do escritório um layout manual feito com exatamente o brand book do escritório para chegar naquele cliente que a gente conhece porque a gente sabe os gostos dele vamos ser menos pulverizado, menos automatizado menos pasteurizado então é isso e o que eu vi muito de algumas agências que tem muitos clientes que são muito grandes que tem muitas pessoas júniores ali na linha de frente é isso, um atendimento pasteurizado e com o IA a tendência disso aumentar é cada vez maior então
33:17 assim
33:20 vamos usar o copo meio cheio e não o copo meio vazio da IA. Vamos pegar essa oportunidade de todos iguais e ser aquele que vai se destacar. Legal, perfeito.
33:32 Eu até tenho uma experiência pessoal, Bruno, até compartilhando o que você falou, de que é um assunto pessoal que eu não vou trazer aqui, mas onde teve uma falha humana dentro de um processo.
33:43 E dentro desse assunto do processo, quando comecei a desenrolar ali, e o assunto já tinha até finalizado, eu vi que tinha conteúdos de outras pessoas ali dentro de um assunto pessoal.
33:53 O que eu enxerguei ali? Que a parte humana, onde pode ter alguma falha, às vezes tem um cópia ali que a pessoa copiou e colou de um processo para o outro, uma petição para a outra, e aí misturou e o processo deu em nada.
34:06 Eu enxergo que a IA pode ajudar nesse processo em si, de construção, de formatação. mas o toque humano de uma revisão acho que ali realmente vai ser necessário então a IA pode ajudar na produtividade pode ajudar na escala mas eu vejo que sempre tem que ter um humano ali operando e dando aquela revisão final e o marketing ali entrando com aquele toque de personalização aonde realmente não fica aquela coisa toda igual
Encerramento
34:34 perfeito Bruno algum ponto Pavani? eu acho que corroborando com essa questão, essa visão da IA eu acredito que todo mecanismo que tem potencial de multiplicar a sua produtividade se você for produtivo para o bem você conseguir entregar coisas muito boas, se você for produtivo para o mal, você também vai conseguir entregar em grande escala coisas ruins
35:02 Perfeito, obrigado pela tua participação amigo, parceiro, cliente por muitos anos com a gente no mercado é fundador da Cross Legal Marketing desejo boa sorte pra você nessa sua empreitada, esse desafio conta com a gente, com a nossa parceria também de sempre, né?
35:21 já estamos trabalhando juntos desejo boa sorte pra você e obrigado você por ter participado dessa gravação de hoje com o Bruno e com o Pavani e comigo obrigado Luiz, obrigado Pavani cara, é um prazer estar aqui acho que a gente sempre teve uma sinergia muito boa e vamos juntos aí, acho que a gente tem similaridades de pensamento, seja a visão de longo prazo do mercado, seja o uso das novas ferramentas, das novas possibilidades e acho que a gente vai cada vez mais juntos e mais longe
35:54 juntos. Isso aí. Vamos juntos. Obrigado. Valeu. Valeu, valeu. Tchau, tchau.
36:08 E aí
Perguntas frequentes
Como trabalhar o marketing jurídico diante das regras da OAB?
Na conversa, o caminho passa por conteúdo, posicionamento, reputação e redes de relacionamento. A discussão apresenta essas frentes como formas de construir autoridade e apoiar a geração de negócios dentro das regras, com mais planejamento e criatividade.
Como a comunicação interna contribui para a reputação do escritório?
O episódio relaciona reputação à coerência entre a imagem externa e a experiência cotidiana dos colaboradores. Clareza nas políticas, transparência sobre carreira e proximidade com a estratégia ajudam a sustentar essa relação e a participação do público interno na comunicação externa.
O que é necessário para fortalecer a cultura interna de um escritório?
A conversa reúne três elementos: vontade dos sócios, profissionais responsáveis por trabalhar as mensagens e meios para que elas cheguem aos colaboradores. Intranet e comunicados aparecem como ferramentas para tornar informações e iniciativas acessíveis no dia a dia.
Como convencer os sócios a investir em inovação no marketing?
A discussão sugere começar com uma iniciativa, reduzir o trabalho operacional exigido dos sócios e mostrar resultados. Os exemplos envolvem conteúdos que geram contato de potenciais clientes e despertam o interesse de outras áreas do escritório.
Qual é o papel da IA na estratégia de conteúdo?
Na conversa, a IA ajuda a pesquisar, organizar informações e pensar em pautas. A estratégia e a produção final dependem do conhecimento humano sobre as particularidades do escritório, seus públicos e as oportunidades de relacionamento.
Leve isso para a prática na sua empresa.
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